Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Araras

Crocodilo de água salgada

O crocodilo marinho (Crocodylus porosus) é o maior réptil existente atualmente. A sua distribuição estende-se pelo norte da Austrália, Nova Guiné, Filipinas, Tailândia, Indonésia e leste da Índia. Os crocodilos marinhos apresentam um dimorfismo sexual, os machos medem entre 6 e 7 metros de comprimento, enquanto as fêmeas dificilmente crescem de 2 e 3 metros. As maxilas tem entre 64 e 68 dentes, são movidas por poderosos músculos e podem esmagar em uma única dentada o crânio de um bovídeo adulto. O crocodilo marinho é um animal carnívoro, alimenta-se de tartarugas, búfalos, macacos e demais animais que se deslocam para beber água nos rios. Foto de Léo Brito, em Wild Life Sydney Zoo https://instagram.com/leo.leobrito?igshid=rohn6qfwzadf https://www.facebook.com/leo.brito.94

Recaminho

A travessia hoje é feita por eles, da outra vez foi feita por aqueles. Na época haviam outras ideias, outras revoluções, até o sentido de ida era o oposto. Eles, os de hoje, também vão, vão no sentido da ida, ida ainda sem volta e sem destino, apenas vão, entre vãos e imensidões seguem a leste, ou a norte, nem eles sabem ao certo, só sabem que vão. Quando os futuros estiverem em sua travessia, novamente olharão aqueles e eles e pensarão que ambos tinham certezas do destino, que só os futuros que não sabem onde querem chegar. Aqueles, esses, eles, nós, independente de quem, não se sabe o destino, mas quando este chegar todos saberemos o fim, sem lembrar o meio. Foto de Luciana Moretti Angelo, cedida para a IV Exposição Fotografia & Ciências, UFSCar Campus Araras. https://instagram.com/apenassendoartista?igshid=4e5qw0xz3ngx   https://www.facebook.com/search/top/?q=apenas%20sendo%20artista&epa=SEARCH_BOX

Quase um profeta

Inseto hemimetábolo, predador e distribuído em quase todo o mundo, principalmente nas regiões tropicais. Seu aparelho bucal é do tipo mastigador hipognato, pernas anteriores raptadoras, médias e posteriores ambulatoriais, asas anteriores tégminas e posteriores membranosas.  As cores e formas desses insetos conferem-lhes a camuflagem com folhas, galhos e flores, logo se evita sua predação e facilita na captura de suas presas. Pertencente à ordem Mantodea (do grego mantis = profeta), refere-se às pernas dianteiras posicionadas como se estivessem em oração. São cerca de 2.400 espécies descritas, aproximadamente 10% ocorrem no Brasil. Esse inseto foi encontrado sobre o telado do GESF no Centro de Ciências Agrárias – UFSCar.  Foto de Henrique Büttner, cedida para a IV Exposição Fotografia & Ciências, UFSCar  Campus  Araras.

Frutos explosivos

Os frutos, ainda fechados, lembram uma estrela; quando abertos chamam a atenção pela simetria radial na disposição das sementes. A espécie Metrodorea nigra A. St.-Hil. é perenifólia esciófita, nativa e endêmica, presente nos estados do Paraná à Bahia, além de Piauí e Maranhão nas fitofisionomias de Floresta Estacional Semidecidual, Floresta Ombrófila e Floresta Ciliar. Seus nomes populares variam entre os estados: carrapateiro (PR), chupa-ferro e pitaguará (SP) e vira-sarerê (BA). Floresce entre os meses de setembro a novembro, os frutos amadurecem entre março e abril, a dispersão das sementes é por autocoria de forma explosiva. Essa árvore pode alcançar entre quatro e cinco metros de altura, suas folhas são glabras e coriáceas.  Foto de Henrique Büttner, cedida para a IV Exposição Fotografia & Ciências, UFSCar  Campus  Araras.

Pequena beleza

A espécie Vernonanthura divaricata (Spreng.) H.Rob. é nativa e não endêmica, possui vários nomes populares, como: Vassourão, Pau-de-fumo, Assapeixe-vermelho e Cambará-açu. Pertence à família Asteraceae, a mesma do girassol. Distribui-se pelo país desde o Rio Grande do Sul à Bahia, além de Mato Grosso do Sul, em várias fitofisionomias, tais como: Floresta Estacional Semidecidual e Decidual, Floresta Ombrófila Densa e Mista. Árvore terrícola, suas pequenas flores brancas possuem agradável aroma, são polinizadas por abelhas e os frutos secos são dispersos pelo vento. Foram encontrados dois indivíduos dessa espécie no CCA, ambos na borda do fragmento.  Foto de Henrique Büttner, cedida para a IV Exposição Fotografia & Ciências, UFSCar  Campus  Araras.

Não sou um graveto

As lagartas possuem aparelho bucal mastigador, três pares de pernas no tórax e de dois a cinco pares no abdômen, são a fase jovem dos insetos da ordem Lepidoptera, logo são holometábolos. Esta lagarta da família Geometridae foi encontrada no arbusto da diretoria do CCA, permaneceu imóvel o tempo todo. Essa reação, ao perceber o perigo, de imitar um pequeno galho ou ramo fez com que esse tipo de lagarta fosse conhecida como lagarta-pau. Outra característica das lagartas dessa família é que suas pernas abdominais contam com apenas dois ou três pares na extremidade posterior, em vez dos habituais cinco. Ao se locomover fixando as pernas dianteiras no substrato e elaborar movimentos com a extremidade traseira, cria-se a impressão de que está medindo sua jornada. Foto de Henrique Büttner, cedida para a IV Exposição Fotografia & Ciências, UFSCar  Campus  Araras.

O primogênito e o caçula

O PRIMOGÊNITO E O CAÇULA Cada irmão é diferente. Sozinho acoplado a outros sozinhos. A linguagem sobe escadas, do mais moço, ao mais velho e seu castelo de importância. A linguagem desce escadas, do mais velho ao mísero caçula. São seis ou são seiscentas distâncias que se cruzam, se dilatam no gesto, no calar, no pensamento? Que léguas de um a outro irmão. Entretanto, o campo aberto, os mesmos copos, o mesmo vinhático das camas iguais. A casa é a mesma. Igual, vista por olhos diferentes? São estranhos próximos, atentos à área de domínio, indevassáveis. Guardar o seu segredo, sua alma, seus objetos de toalete. Ninguém ouse indevida cópia de outra vida. Ser irmão é ser o quê? Uma presença a decifrar mais tarde, com saudade? Com saudade de quê? De uma pueril vontade de ser irmão futuro, antigo e sempre? Poema de Carlos Drummond de Andrade, intitulado “Irmão, Irmãos”, retirado da obra “Boitempo”, que trata das recordações da infância do autor. Foto de Maxiwilian Sant'Ana ...

Praça Barão de Araras

Em meados de setembro quando floresce a Sibipiruna, com suas flores amarelo dourado, nos dias de chuva fazem contraste com o calçamento histórico de grande beleza. Patrimônio da cidade de Araras, a praça está entre as mais bela do Estado de São Paulo. A foto é de Celmo Coutinho, cedida para a III Exposição Fotografia & Ciências, realizada na UFSCar Campus Araras no segundo semestre de 2016.

Terra! Planeta água

Águas que caem das pedra No véu das cascatas, ronco de trovão. E depois dormem tranquilas, No leito dos lagos, No leito dos lagos. A imagem, de Patrícia Azevedo, foi tirada no Parque Municipal de Araras, e foi cedida para a III Exposição Fotografia & Ciências, realizada na UFSCar Campus Araras no segundo semestre de 2016.

Senzala

Registro feito em uma senzala localizada dentro da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Campus Araras, Centro de Ciências Agrárias (CCA). Parte viva da história brasileira. Na época da colonização as senzalas eram utilizadas para manter os escravos negros. Tocando suas paredes, com os olhos fechados podemos ouvir os gritos e as lamentações de pessoas torturadas pelo desejo eterno de poder e riqueza de uma minoria que ainda se mantém no poder. E as senzalas são agora estados e cidades que estão presos nos grilhões da ignorância. A imagem é de Celmo Venâncio Coutinho, cedida para a III Exposição Fotografia & Ciências, realizada na UFSCar Campus Araras no segundo semestre de 2016.

O Lago do CCA

A verdadeira viagem de descobrimento não consiste em procurar novas paisagens, e sim em ter novos olhos . [ Marcel Proust] Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) - Centro de Ciências Agrarias (CCA). A foto de Mônica Rocha Coutinho, realizada durante a ACIEPE Fotografia, Ciências e Sociedade, foi cedida para a III Exposição Fotografia & Ciências da UFSCar Campus Araras.

Força Terena

A diversidade cultural brasileira é a fonte mais rica da nossa força. O povo Terena passa seus saberes no decorrer dos anos de geração à geração e serão apenas por meio desses saberes que podemos garantir a integração cultural, a aprendizagem humana de convivência em harmonia com o ambiente e o respeito dos brancos com os indígenas. O registro foi feito pela aluna NICOLE ZANCHETTA DAMETTO para a Atividade Curricular de Integração Ensino, Pesquisa e Extensão (ACIEPE) intitulada Fotografia e Ciências: introdução às técnicas fotográficas e aplicações na divulgação científica, realizada entre março e junho de 2015, na UFSCar Campus Araras. A atividade contou com o apoio da Pró-Reitoria de Extensão.

Kezo Ariabo

A UFSCar foi representada pela primeira vez na Organização das Nações Unidas (ONU), durante a 14ª Sessão do Fórum Permanente para Questões Indígenas, realizada entre os dias 20 de abril e 1º de maio na sede da ONU, em Nova Iorque. Ariabo Kezo, da etnia Balatiponé e estudante do curso de Letras, integrou a comissão brasileira. O Forum é realizado anualmente e sessão integrada pelo estudante teve como objetivo fazer um balanço entre governos e organizações, verificando o cumprimento de acordos mundiais relacionados às questões indígenas e fazendo o acompanhamento das relações entre Estados, entidades e indivíduos. Registo do I Simpósio de Interculturalidade: Diversidade cultural indígena e processos de ensino e aprendizagem, realizado na UFSCar Campus Araras, nos dias 22 e 23 de Maio de 2015. O registro é de Estéfano Vizconde Veraszto, feito para a Atividade Curricular de Integração Ensino, Pesquisa e Extensão (ACIEPE) intitulada Fotografia e Ciências: introdução às técni...

Luar

Uma cena do cotidiano, iluminada pelo luar. O local é o estacionamento do Centro Cultural de Araras. O registro foi feito pela aluna SUZANA MARIA DE MACEDO SOARES para a Atividade Curricular de Integração Ensino, Pesquisa e Extensão (ACIEPE) intitulada Fotografia e Ciências: introdução às técnicas fotográficas e aplicações na divulgação científica, realizada entre março e junho de 2015, na UFSCar Campus Araras. A atividade contou com o apoio da Pró-Reitoria de Extensão.

Estação

Foto 1, por Humberto Rodrigues Junior A viagem de descobrimento não é aquela na qual se busca novas paisagens, mas sim aquela em que se busca novos olhares. Foto 2, por Suzana Maria de Macedo Soares O primeiro registro (foto 1) foi feita pelo aluno HUMBERTO RODRIGUES JUNIOR e o segundo registo (foto 2), pela aluna SUZANA MARIA DE MACEDO SOARES, para a Atividade Curricular de Integração Ensino, Pesquisa e Extensão (ACIEPE) intitulada Fotografia e Ciências: introdução às técnicas fotográficas e aplicações na divulgação científica, realizada entre março e junho de 2015, na UFSCar Campus Araras. A atividade contou com o apoio da Pró-Reitoria de Extensão.