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Sol

O cotidiano da sociedade moderna é um evento extremamente rápido, composto por relações rasas e emoções efêmeras. Em meio a essa rotina enfastiante, nem sempre encontramos o tempo para observar um espetáculo tão belo e único, como um pôr-do-sol, afinal com ele nascem nossos sonhos nas manhãs e repousa calmamente a esperança de dias melhores em seu entardecer. “Enquanto houver sol, ainda haverá... – Titãs”. Foto de Emmanuélly Maria Fernandes, cedida para a IV Exposição Fotografia & Ciências, UFSCar Campus Araras.

Amarelo

O amarelo aos olhos da física trata-se de um comprimento de onda do espectro visível da luz, nesse caso entre 570-590 nm. A cor amarela está relacionado a felicidade, em contrapartida, no Egito é uma cor de luto. A fotografia foi feita no próximo ao Bloco C do CCA-UFSCar e foi cedida para a III Exposição Fotografia & Ciências (realizada na UFSCar Campus Araras no segundo semestre de 2016) por Gustavo Eiji Ityanagui.

Rastro de luzes

Toda foto só existe por conta da luz. Pois é ela entra na câmera e ao entrar em contato com um material foto sensível produz a imagem que vemos. É possível controlar a quantidade de luz que entra na câmera de diversas formas. Para produzir uma longa exposição, você aumenta o tempo que o obturador, o mecanismo acionado na hora que você dá o clique, fica aberto, expondo o sensor à luz que passa pela lente. Como o nome indica, você tem uma longa exposição quando o tempo em que o obturador permanece aberto é longo, normalmente de alguns segundos (e não pequenas frações de segundos). Com essa técnica foi possível realizar esta fotografia dos rastros dos faróis de carros que passavam pela avenida. Quanto mais escuro estiver o ambiente, mais fácil será captar o movimento das luzes. Imagem de Mônica Rocha Coutinho , cedida para a III Exposição Fotografia & Ciências, realizada na UFSCar Campus Araras no 2 semestre de 2016.

blue moon

Bioluminescência é a capacidade que alguns organismos têm de gerar luz fria através de reações químicas. Esse fenômeno ocorre em uma grande diversidade de organismos, e pode ser utilizado em processos reprodutivos, atração de eventual presa para uma emboscada, ou simular um tamanho corpóreo maior que o real, associado a um comportamento defensivo. O animal da foto é chamado de Medusa-da-lua (Aurelia aurita) e faz parte do Toronto Zoo, zoológico em Toronto-ON, Canadá. A foto é do aluno Gedimar Pereira Barbosa, cedida para II Exposição Fotografia & Ciências.