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Mostrando postagens com o rótulo biologia

Coala

O coala ( Phascolarctos cinereus ) é um mamífero marsupial da família phascolarctidae endêmico da Austrália. O coala tem a cabeça pequena, os olhos bem separados e o focinho curto. Tanto os membros posteriores como os anteriores possuem cinco dedos. O polegar das patas posteriores é bastante pequeno, os outros dedos são fortes e tem garras alongadas. A sua pelagem é sedosa e densa, tem um papel importante na regulação térmica do animal. O coala é bastante abstêmio, mata a sede com apenas o suco oleoso das folhas de eucalipto, praticamente o único vegetal que come. Estes marsupiais encontram-se em via de extinção. Atualmente, existem cerca 80 mil coalas vivos. Foto de Léo Brito, em Wild Life Sydney Zoo https://instagram.com/leo.leobrito?igshid=rohn6qfwzadf https://www.facebook.com/leo.brito.94

Tigre de Sumatra

O Tigre de Sumatra ( Panthera tigris sondaica ) ocorre na ilha de Sumatra, Indonésia. Antes classificado como uma subespécie separada sob o nome Panthera  tigris sumatrae , foi reclassificada como apenas parte da subespécie Panthera tigris sondaica , que inclui o tigre de java e o tigre de bali. O tigre de Sumatra foi listado como ameaçado na lista vermelha da IUCN em 2008. A espécie é a única sobrevivente do grupo de tigres da ilha de Sonda. Os machos pesam entre 100 e 140 quilos e medem entre 2,2 a 2,48 metros de comprimento, as fêmeas são menores e pesam entre 75 e 110 quilos e medem de 2,15 a 2,30 metros. Foto de Léo Brito,  em Taronga Zoo Sydney https://instagram.com/leo.leobrito?igshid=rohn6qfwzadf https://www.facebook.com/leo.brito.94

Talinum paniculatum (Jacq.) Gaertn

Espécie herbácea anual que se desenvolve em todo o país, vegetando em áreas olerícolas e áreas ocupadas com fruticultura. Essencialmente instala-se em solos com maior umidade e locais mais sombreados. Esta planta é utilizada na alimentação humana, alimentação de animais e na medicina popular. Tem flores pedunculadas, de coloração amarelada, alaranjada, rósea ou avermelhada. Foto de Emmanuélly Maria Fernandes, cedida para a IV Exposição Fotografia & Ciências, UFSCar Campus Araras.

Parthenium hysterophorus L.

Losna-branca ou também fazendeiro, é uma planta muito ramificada, pilosa, ereta, e que alcança uma altura de 50 a 90 cm. Espécie nativa do Continente Americano, tem seu centro de origem no nordeste do México, sendo introduzida acidentalmente em outras localidades do mundo, como Brasil, Austrália e Índia.  Foto de Emmanuélly Maria Fernandes, cedida para a IV Exposição Fotografia & Ciências, UFSCar Campus Araras.

Emilia sonchifolia DC.

Conhecida como bela-emília, falsa serralha, é uma planta anual, herbácea, ereta, com 20 a 60 cm de altura. Tida como invasora, infesta o campo de diversos cultivos como o da cana-de-açúcar, amendoim, citros, etc, também pode ocorrer em áreas abertas com gramíneas ou em locais secos, surge principalmente entre os meses de maio a novembro. Foto de Emmanuélly Maria Fernandes, cedida para a IV Exposição Fotografia & Ciências, UFSCar Campus Araras.

Brachiaria decumbens Stapf

Da família Gramaminae, o capim-braquiária é uma planta perene, muito entouceirada, de 30 a 100 cm de altura. Suas folhas são densamente pubescentes, com 10 a 20 cm de comprimento e tem a possibilidade de ser propagada por semente, rizoma e estolões. Adaptada a áreas tropicais também é tolerante a seca. Foto de Emmanuélly Maria Fernandes, cedida para a IV Exposição Fotografia & Ciências, UFSCar Campus Araras.

Hortênsias

Da espécie  Hydrangea macrophylla , é um arbusto de origem chinesa e japonesa, com elas flores que podem ser cultivadas tanto em vasos quanto em terras férteis. Esta fotografia foi feita no quintal de minha casa, em um dos vasoso de flores, em Iracemápolis, São Paulo. Foto de Alexandra Providello, cedida para a IV Exposição Fotografia & Ciências, UFSCar Campus Araras.

Uma mosca e uma biblioteca

Da família Tabanidae, a mutuca como é popularmente conhecida é de corpo robusto e de tamanho médio a grande, apenas as fêmeas são hematófagas (se alimentam do sangue de mamíferos)Tal exemplar, foi curiosamente fotografado na biblioteca da Universidade Federal de São Carlos, UFSCar CCA, Campus Araras, SP. Foto de Alexandra Providello, cedida para a IV Exposição Fotografia & Ciências, UFSCar   Campus   Araras.

Um Louva-Deus e um pé de feijão

Originário de regiões tropicais e subtropicais esse inseto da família Mantidae  e espécie Mantis religiosa tem hábito carnívoro, portanto se alimenta de pequenos insetos.  São insetos relativamente grandes, de cabeça triangular e tórax estreito. O louva-deus foi fotografado numa planta de Phaseolus vulgaris (o feijão comum) e estava curiosamente de cabeça para baixo. Foto de Alexandra Providello, cedida para a IV Exposição Fotografia & Ciências, UFSCar   Campus   Araras.

Flor

Averrhoa carambola‬ é o nome científico da ‪Carambola‬ ela pertence à família das ‪ ‎oxalidaceae ‬‬. Sua flores são muito pequenas, de 0,3 a 1 cm de diâmetro. Seus frutos são comestíveis, mas pessoas com problemas renais devem evitar o consumo, pesquisadores brasileiros descobriram a caramboxina uma substância existente em baixa concentração na fruta que pode ser tóxica. Em pessoas saudáveis, ela é facilmente eliminada pelo organismo, mas em pacientes com problemas renais ela se concentra no organismo e causa sintomas como soluços constantes por várias horas, confusão mental, convulsão e sem tratamento adequado, pode levar à morte. ‬ Escala de f:8; Tempo de exposição: 1/52s; ISO-64; Distância focal: 4mm A fotografia é de Luciano Delmondes Alencar, cedida para a III Exposição Fotografia & Ciências, realizada na UFSCar Campus Araras no segundo semestre de 2016.

Percevejo fitófago

Os percevejos ou hemípteros são insetos sugadores, pertencentes a ordem Hemiptera-Heteroptera . Caracterizam-se por apresentarem um aparelho bucal sugador em forma de rostro articulado, olhos compostos, antenas geralmente setáceas, asas anteriores conhecidas como hemiélitros, divididas em uma parte basal coreácea e uma apical membranosa e asas posteriores inteiramente membranosas. Os hemípteros fitófagos sugam a seiva de partes vegetais, enfraquecendo as plantas e diminuindo a produção. Os danos resultam das picadas, que possibilitam a entrada de agentes patogênicos ou saprogênicos, da sucção efetiva da seiva e da ação irritante, tóxica ou infectante da saliva. A fotografia é de Mônica Rocha, cedida para a III Exposição Fotografia & Ciências, realizada na UFSCar Campus Araras no segundo semestre de 2016.

O dente e o cogumelo

Essas pequenas estruturas que chamamos de dente de leão, são na verdade sementes aladas que evoluíram para que o vento se encarregue de realizar sua dispersão, essa semente apresenta-se recostada a um cogumelo que é integrante do reino Fungi, apesar de associarmos os cogumelos com plantas eles apresentam um característica muito marcante que os difere dos vegetais: São heterótrofos enquanto as plantas são autotróficas, isso é elas realizam fotossíntese enquanto eles não. A fotografia é de Luciano Delmondes Alencar, cedida para a III Exposição Fotografia & Ciências, realizada na UFSCar Campus Araras no segundo semestre de 2016.

Fitófago

Bucephalogonia xanthophis ( Hemiptera: Cicadellidae ) ou simplesmente cigarrinha é um inseto fitófago, isto é, se alimentam de xilema das plantas e ao se alimentarem injetam uma toxina que deixam as folhas com pequenas marcas amarelecidas, outro grande problema é sua capacidade de transmitir doenças às plantas, é um importante vetor da bactéria Xylella fastidiosa , agente causal da clorose variegada dos citros. Os adultos medem cerca de 4 mm de comprimento por menos de 1 mm de largura. Na foto é possível observar a presença de duas fileiras de espinhos nas tíbias posteriores, características da família desse inseto. Escala de f: f 3,1; Tempo de exposição: 1/70 s; ISSO-64; Distância focal: 4mm A fotografia é de Luciano Delmondes Alencar, cedida para a III Exposição Fotografia & Ciências, realizada na UFSCar Campus Araras no segundo semestre de 2016.

Refeição

A joaninha é um coleóptero da família Coccinelidae , elas se alimentam de pulgões em todas suas fases de desenvolvimento, por isso para a agricultura elas são consideras como controle biológico. Os pulgões causam severos prejuízos à agricultura, pois são fitófagos e vetores de doenças, sendo assim as joaninhas podem ser uma alternativa viável para uma agricultura mais sustentável. Escala de f: f 3,1; Tempo de exposição: 1/160 s; ISSO-64; Distância focal: 4mm A fotografia é de Luciano Delmondes Alencar, cedida para a III Exposição Fotografia & Ciências, realizada na UFSCar Campus Araras no segundo semestre de 2016.

Falcão Coleira (Falco femoralis)

O Falcão Coleira alimenta-se principalmente de outras aves que muitas vezes captura em pleno voo com muita habilidade. A foto registra o momento que o falcão carrega restos de uma pomba silvestre capturada praticamente diante das lentes de José do Egíto Maracajá Jr. A imagem foi cedida para a III Exposição Fotografia & Ciências, realizada na UFSCar Campus Araras no 2º semestre de 2016.

Louva-a-Deus

Inseto da ordem Mantodea, conhecido popularmente como louva-a-deus, é um grande predador e especialista em camuflagem. Há cerca de 2400 espécies e formas bem variadas, sendo as fêmeas visivelmente maiores que os machos. Durante o acasalamento, se o macho não for suficientemente ágil, acaba sendo devorado pela fêmea. Esta atitude permite que a fêmea possa permanecer escondida após o acasalamento, já que está bem nutrida, evitando ser encontrada por seus predadores. Este curioso inseto possui movimentos bem característicos, servindo até de inspiração alguns golpes de artes marciais. A imagem é de Ana Carolina Nicolau de Carvalho.

Dente de Leão

Dente de Leão ou Taraxaco, do gênero Taraxacum . Planta de origem européia que cresce espontaneamente em solo brasileiro, por conta disso é considerada uma planta daninha. Usada na medicina tradicional da Europa, considerada diurética e utilizada para dores reumáticas, diabetes, prisão de ventre, dentre outras. Suas folhas podem ser consumidas como salada. A imagem é de Mônica Rocha Coutinho e foi cedida para a III Exposição Fotografia & Ciências, realizada na UFSCar Campus Araras no 2º semestre de 2016.

Fitófago

Este Brevicoryne brassicae de menos de 1mm estava sugando a seiva da minha couve, mas foi para o paraíso das brassicaceas. Segundo um estudo da EMBRAPA extratos de coentro e fumo preparados na concentração de 10% demonstraram ação tóxica semelhante à do inseticida organofosforado acefato, sobre adultos e ninfas dos pulgões Brevicoryne brassicae . A foto é de Luciano Delmondes de Alencar, cedida para a realização da II Exposição Fotografia & Ciências, realizada pela UFSCar Campus Araras.

Espécie ameaçada de extinção

A samambaiaçu Dicksonia sellowiana é a planta fornecedora do xaxim, motivo que gerou um grande extrativismo a tal ponto que atualmente está na lista de plantas ameaçadas de extinção elaborada pelo IBAMA – extração está proibida por Lei Federal. Essa planta é endêmica da Mata Atlântica, sendo que ainda é possível encontrá-la em Unidades de Conservação como em Paranapiacaba-SP. Além disso, essa espécie tem importância tanto ornamental quanto para a recuperação de matas ciliares nas regiões de Floresta Ombrófila Mista. A fotografia é de Nicole Zanchetta Dametto, cedida para a II Exposição Fotografia & Ciências.

Identificação de baleia jubarte

A baleia jubarte Megaptera novaeangliae está distribuída em águas tropicais, temperadas e polares de todos os oceanos, sendo que elas migram todos os anos para as águas mais quentes com a finalidade de reprodução, nascimento ou treinamento dos indivíduos jovens. Além disso, é válido ressaltar que essas baleias possuem um corpo robusto com massa corpórea de 30 a 48 toneladas sendo as fêmeas comumente maiores. Para garantir a sobrevivência da espécie, o Projeto Baleia Jubarte precisa identificar os indivíduos, ação realizada pela foto identificação da cauda já que são únicas. E, isso só é possível por causa do comportamento característico da população brasileira de jubartes raro em outras regiões do mundo que é a exposição caudal parada sendo que algumas já foram observadas nessa posição por até quatro dias consecutivos. Fotografia de Nicole Zanchetta Dametto, cedida para a II Exposição Fotografia & Ciências.