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Mostrando postagens com o rótulo botânica

Guzmania

Guzmania é um gênero botânico pertencente à família Bromeliaceae, subfamília Tillandsioideae. Nativas do sudeste da América do Sul, aproximadamente 140 plantas deste gênero são conhecidas. São plantas epífitas que requerem temperaturas e umidade relativamente altas. Morrem depois de florecer no verão, porém uma nova planta pode facilmente crescer na base e propagar-se depois da morte da planta mãe. Várias espécies são cultivadas como plantas ornamentais. A espécie mais conhecida é a Guzmania  lingulata que é de cor laranja com brácteas vermelhas. Foto de Léo Brito, Reserva Ecológica Estadual da Juatinga, Paraty https://instagram.com/leo.leobrito?igshid=rohn6qfwzadf https://www.facebook.com/leo.brito.94

Amaryllis

Amaryllis é um gênero botânico pertencente à família Amaryllidinae que inclui duas espécies de plantas herbáceas, perenes e bulbosas nativas da África do Sul. Adaptadas a climas em que as chuvas se concentram no inverno, as espécies do gênero Amaryllis apresentam dormência estival e um rápido crescimento vegetativo, com a floração a ocorrer em menos de um mês após o fim da dormência. Após a floração o bolbo entra em um período de dormência, perdendo todas as folhas e o escapo floral. A parte aérea da planta morre, mas após as primeiras chuvas renascem as folhas e flores. Foto de Léo Brito, em Aiuruoca, MG https://instagram.com/leo.leobrito?igshid=rohn6qfwzadf https://www.facebook.com/leo.brito.94

Frutos explosivos

Os frutos, ainda fechados, lembram uma estrela; quando abertos chamam a atenção pela simetria radial na disposição das sementes. A espécie Metrodorea nigra A. St.-Hil. é perenifólia esciófita, nativa e endêmica, presente nos estados do Paraná à Bahia, além de Piauí e Maranhão nas fitofisionomias de Floresta Estacional Semidecidual, Floresta Ombrófila e Floresta Ciliar. Seus nomes populares variam entre os estados: carrapateiro (PR), chupa-ferro e pitaguará (SP) e vira-sarerê (BA). Floresce entre os meses de setembro a novembro, os frutos amadurecem entre março e abril, a dispersão das sementes é por autocoria de forma explosiva. Essa árvore pode alcançar entre quatro e cinco metros de altura, suas folhas são glabras e coriáceas.  Foto de Henrique Büttner, cedida para a IV Exposição Fotografia & Ciências, UFSCar  Campus  Araras.

Pequena beleza

A espécie Vernonanthura divaricata (Spreng.) H.Rob. é nativa e não endêmica, possui vários nomes populares, como: Vassourão, Pau-de-fumo, Assapeixe-vermelho e Cambará-açu. Pertence à família Asteraceae, a mesma do girassol. Distribui-se pelo país desde o Rio Grande do Sul à Bahia, além de Mato Grosso do Sul, em várias fitofisionomias, tais como: Floresta Estacional Semidecidual e Decidual, Floresta Ombrófila Densa e Mista. Árvore terrícola, suas pequenas flores brancas possuem agradável aroma, são polinizadas por abelhas e os frutos secos são dispersos pelo vento. Foram encontrados dois indivíduos dessa espécie no CCA, ambos na borda do fragmento.  Foto de Henrique Büttner, cedida para a IV Exposição Fotografia & Ciências, UFSCar  Campus  Araras.

Talinum paniculatum (Jacq.) Gaertn

Espécie herbácea anual que se desenvolve em todo o país, vegetando em áreas olerícolas e áreas ocupadas com fruticultura. Essencialmente instala-se em solos com maior umidade e locais mais sombreados. Esta planta é utilizada na alimentação humana, alimentação de animais e na medicina popular. Tem flores pedunculadas, de coloração amarelada, alaranjada, rósea ou avermelhada. Foto de Emmanuélly Maria Fernandes, cedida para a IV Exposição Fotografia & Ciências, UFSCar Campus Araras.

Emilia sonchifolia DC.

Conhecida como bela-emília, falsa serralha, é uma planta anual, herbácea, ereta, com 20 a 60 cm de altura. Tida como invasora, infesta o campo de diversos cultivos como o da cana-de-açúcar, amendoim, citros, etc, também pode ocorrer em áreas abertas com gramíneas ou em locais secos, surge principalmente entre os meses de maio a novembro. Foto de Emmanuélly Maria Fernandes, cedida para a IV Exposição Fotografia & Ciências, UFSCar Campus Araras.

Brachiaria decumbens Stapf

Da família Gramaminae, o capim-braquiária é uma planta perene, muito entouceirada, de 30 a 100 cm de altura. Suas folhas são densamente pubescentes, com 10 a 20 cm de comprimento e tem a possibilidade de ser propagada por semente, rizoma e estolões. Adaptada a áreas tropicais também é tolerante a seca. Foto de Emmanuélly Maria Fernandes, cedida para a IV Exposição Fotografia & Ciências, UFSCar Campus Araras.

Bouque

Buque é uma palavra francesa que refere-se a um arranjo de flores utilizado pela noiva no dia da celebração do amor, o casamento.  Carregado de simbologia, cada flor, erva ou grão traz consigo uma predição positiva para aquela que o carrega. No caso das rosas brancas Rosa X grandiflora Hort., além da delicadeza de sua forma e aroma, elas ostentam a pureza e a inocência da noiva. Foto de Emmanuélly Maria Fernandes, cedida para a IV Exposição Fotografia & Ciências, UFSCar  Campus  Araras.

Orquídea Alaranjada

Do gênero Epidendruns, a orquídea de terra  origina-se nos campos de altitude, nasce em meio as pedras e locais de fortes ventos. Planta realmente forte que contrapõe essa força com uma delicadeza e beleza incríveis. Foto de Alexandra Providello, cedida para a IV Exposição Fotografia & Ciências, UFSCar  Campus  Araras.

Hortênsias

Da espécie  Hydrangea macrophylla , é um arbusto de origem chinesa e japonesa, com elas flores que podem ser cultivadas tanto em vasos quanto em terras férteis. Esta fotografia foi feita no quintal de minha casa, em um dos vasoso de flores, em Iracemápolis, São Paulo. Foto de Alexandra Providello, cedida para a IV Exposição Fotografia & Ciências, UFSCar Campus Araras.

Flor

Averrhoa carambola‬ é o nome científico da ‪Carambola‬ ela pertence à família das ‪ ‎oxalidaceae ‬‬. Sua flores são muito pequenas, de 0,3 a 1 cm de diâmetro. Seus frutos são comestíveis, mas pessoas com problemas renais devem evitar o consumo, pesquisadores brasileiros descobriram a caramboxina uma substância existente em baixa concentração na fruta que pode ser tóxica. Em pessoas saudáveis, ela é facilmente eliminada pelo organismo, mas em pacientes com problemas renais ela se concentra no organismo e causa sintomas como soluços constantes por várias horas, confusão mental, convulsão e sem tratamento adequado, pode levar à morte. ‬ Escala de f:8; Tempo de exposição: 1/52s; ISO-64; Distância focal: 4mm A fotografia é de Luciano Delmondes Alencar, cedida para a III Exposição Fotografia & Ciências, realizada na UFSCar Campus Araras no segundo semestre de 2016.

Espécie ameaçada de extinção

A samambaiaçu Dicksonia sellowiana é a planta fornecedora do xaxim, motivo que gerou um grande extrativismo a tal ponto que atualmente está na lista de plantas ameaçadas de extinção elaborada pelo IBAMA – extração está proibida por Lei Federal. Essa planta é endêmica da Mata Atlântica, sendo que ainda é possível encontrá-la em Unidades de Conservação como em Paranapiacaba-SP. Além disso, essa espécie tem importância tanto ornamental quanto para a recuperação de matas ciliares nas regiões de Floresta Ombrófila Mista. A fotografia é de Nicole Zanchetta Dametto, cedida para a II Exposição Fotografia & Ciências.

Suculenta

As suculentas são plantas com estruturas mais grossas que permitem o armazenamento de água em maiores quantidades que as plantas normais. Esse tipo de característica é essencial para a sua sobrevivência em épocas mais secas. Outro processo responsável pela grande adaptação das suculentas em ambientes áridos é o fato de ela ser uma planta do tipo CAM. Estas plantas abrem seus estômatos durante a noite e os mantêm fechados durante o dia. Abrir os estômatos com as temperaturas mais baixas da noite confere uma maior eficiência do uso da água, uma vez que a perda na transpiração é menor. A fotografia e de Ana Carolina Nicolau de Carvalho, cedida para a II Exposição Fotografia & Ciências.

Natureza em perspectiva

Trata-se da descoberta das texturas e cores presentes na natureza. A árvore majestosa, comprida e imponente se apresenta em um verde forte enquanto que essas flores do arbusto são delicadamente rosas selecionada naturalmente por uma borboleta amarela. A natureza é viva, sua expressão é colorida composta ao mesmo tempo de tons frios e quentes. Essa foto é de Nicole Zanchetta e foi cedida para a I Exposição Fotografia & Ciência.

Mata Atlântica

A Mata Atlântica é uma formação florestal que está presente em grande parte da região litorânea brasileira. Abrangia uma área equivalente a 1.315.460 km² e estendia-se originalmente ao longo de 17 Estados. É uma das mais importantes florestas tropicais do mundo, apresentando uma rica biodiversidade e inúmeras formas de vida. Quantas formas de vidas diferentes você consegue contar olhando essa foto? Infelizmente é um dos conjuntos florestais mais ameaçados do mundo. Imaginem quantas espécies diferentes são mortas em uma área pequena olhando apenas essa foto!!! (Foto tirada na Ilha do Cardoso). O registro foi feito pelo monitor e aluno RICARDO VINICIUS ZANDONADI para a Atividade Curricular de Integração Ensino, Pesquisa e Extensão (ACIEPE) intitulada Fotografia e Ciências: introdução às técnicas fotográficas e aplicações na divulgação científica, realizada entre março e junho de 2015, na UFSCar Campus Araras. A atividade contou com o apoio da Pró-Reitoria de Extensão.